Existe em Santarém um local denominado de Mirante do Tapajós, onde você
pode apreciar o encontro das águas dos dois rios que passam em frente a
cidade. Mas a visão capitalistas de alguns proprietários dos imóveis que
ficam na rua abaixo e em frente estão construindo prédios com altura
maior que o nível do Mirante, colocando em risco a visão de que vai até
lá para apreciar a vista, bonita por sinal. E o código de postura, nada.
Um dos prédios em construção pertence a um deputado da região.
Fonte: http://dududourado.wordpress.com/
Você se Lembra?
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Amazônia Inviolável, 1966
Cinejornal Informativo n. 54 (1966)
Reunião dos governadores do Amazonas Artur César Ferreira Reis, do Pará Alacid Nunes, do Maranhão José Sarney, de Goiás, do Acre e dos Territórios do Amapá, Rondônia e Roraima. Visita da comitiva a fábrica da Tecejuta em Santarém.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Antigo Aeroporto de Santarém
Avião catalina na pista do antigo aeroporto de Santarém. Década de 1950.
Pode-se ver um dos canhões, que depois foram também levados para o aeroporto atual (Maestro Wilson Fonseca).
Foto: Acervo IBGE
Pode-se ver um dos canhões, que depois foram também levados para o aeroporto atual (Maestro Wilson Fonseca).
Foto: Acervo IBGE
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Presidente Ernesto Geisel em Santarém, 1977
Presidente Ernesto Geisel em Santarém.
Inauguração da usina hidrelétrica de Curuá-Una, presentes os ministros Shigeaki Ueki, Rangel Reis e Hugo Abreu.
Inauguração da praça Barão de Santarém com a presença do governador Aluísio Chaves e do prefeito Paulo Lisboa.
Inauguração do cais de arrimo de Santarém.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Vista aérea do antigo Trapiche de Santarém
Vista aérea do antigo Trapiche Municipal de Santarém, pouco antes da sua desativação. Foto do início da década de 70.
Fonte: Sidney Canto
Fonte: Sidney Canto
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Mais um Círio de Nossa Senhora da Conceição, por Pe. Sidney Canto
Mais uma vez os católicos santarenos saem às ruas para homenagear sua padroeira, Nossa Senhora da Conceição. Mais um Círio, mais uma Festa... E se renovam nos corações a esperança, a fé e o amor fraterno.
O Círio de Nossa Senhora da Conceição nem é tão antigo assim (a Festa, entretanto o é). Iniciado em 1919, por iniciativa do Clero local, em substituição ao "Círio da Bandeira" (que era organizado pelas confrarias locais), o Círio de Nossa Senhora da Conceição foi mais uma iniciativa que, como dizemos "caiu no gosto do povo".
A caminhada já foi bem menor... No início era somente no
que chamaríamos de "Cidade Velha". Os que saíam da Igreja de São
Sebastião iam pela Rui Barbosa, desciam pela Travessa 15 de Novembro (ou
Francisco Corrêa), pegavam a Floriano Peixoto em direção à Praça
Rodrigues dos Santos, onde fazia a curva em direção à Catedral (pela
Siqueira Campos). Esses são os nomes atuais das ruas que antes tinham
outros nomes e não tinham asfalto nem concreto, indo o povo pelo chão de
terra.Mas não foi somente da Igreja de São Sebastião de onde saíram os primeiros Círios... Ainda na década de 1920, pelo menos por três vezes, o Círio saiu da Igreja de São Raimundo Nonato, no bairro da Aldeia, e não da igreja atual, mas da antiga construção, que remonta ao século XIX, onde o Padre João Fernandes celebrava suas missas para os índios que ainda moravam em Santarém...
E a cidade foi crescendo, o número de habitantes aumentou, e o Círio foi se modificando... O trajeto foi sendo alterado conforme a cidade crescia, as homenagens também, algumas até nem existem mais. Podemos citar o "Carro dos Anjos" (que em determinado momento já levava mais adultos do que anjinhos propriamente dito), a "Cavalaria" (que apesar da beleza tinha o inconveniente da "sujeira" produzida pelos cavalos em meio à multidão), o "Carro de Foguetes" (que por motivos de segurança foi retirado do meio da procissão) entre outras coisas..
Para ilustrar, passo a
relatar o que o "Programa da Festa" do ano de 1926 nos dizia sobre a
organização do Círio daqueles tempos: "A ordem desse extraordinário
cortejo é a seguinte: à frente, abrindo-o, o Carro dos Foguetes. Logo
após formarão ala os meninos das escolas do catecismo, seguido da
Congregação dos Marianos, Associações Aloysianos e Vicentinos. Virá em
seguida a "Sinfonia Franciscana". Em continuação irão as alunas do
Orfanato Santa Clara, as Filhas de Maria com o seu estandarte, seguidas
das Irmãs Clarissas. No centro irá a grande legião de Anjos, depois da
qual formarão ala a Pia União de Santo Antonio com o seu estandarte, a
confraria do Santo Rosário e o Apostolado da Oração com o seu
estandarte. Em seguida irá o ANDOR com a imagem da Excelsa Rainha do
Céu, Nossa Senhora da Conceição, que do alto do seu trono abençoará o
povo santarense. Devido ordem superior eclesiástica, FOI SUPRIMIDA A
BERLINDA E A CORDA DE QUE SE COMPUNHA ESTE PRÉSTITO (o grifo é meu).
Seguidamente irá a banda de música do professor Raimundo Fona, indo
depois a grande massa popular". Olhando para o texto acima, quanta coisa
já não mudou no nosso Círio?O Círio ficou sem berlinda e corda até o início da Década de 1970, quando o nosso querido "Machadinho" reintroduziu estes símbolos na procissão. As imagens e as berlindas, também já mudaram várias vezes. Hoje, algumas mudanças ainda vão acontecendo e acréscimos ainda estão sendo feitos. Tudo para que o antigo permaneça e o novo ocupe seu lugar nas tradições...
E o Círio hoje está aí, às nossas ruas, às nossas portas... Sobrevivendo, mesmo com todas as mudanças, pois as tradições até podem mudar ou se adaptar aos novos tempos. Somente uma coisa não mudou nestes anos todos: a fé do povo Santareno, que neste período se irmana, se reúne e celebra a Festa de sua padroeira, o Natal antecipado da foz do Tapajós...
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Santarém: Avenida São Sebastião
Ontem (início da década de 30) e hoje.
Obs foto: Av. São Sebastião, o hospital São José ao fundo (hoje, colégio Dom Amando) e o Convento São Francisco ao lado.
Obs foto: Av. São Sebastião, o hospital São José ao fundo (hoje, colégio Dom Amando) e o Convento São Francisco ao lado.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Intendência Municipal de Santarém, 1910
Intendência Municipal de Santarém ( hoje Museu João Fona ). Construção iniciada em 1853 e inaugurada em 1868. No edifício funcionou a Intendência Municipal, a Prefeitura, o Salão do
Júri, a Câmara Municipal e a Cadeia Pública. É o terceiro prédio mais
antigo da cidade.
Salão Nobre da Intendência municipal. Aí funcionava a Câmara Municipal.
Sala do Júri ( salão de entrada do prédio da Intendência Municipal ).
Secretaria da Intendência Municipal de Santarém
Foto: Indicador Illustrado do Estado do Pará, 1910
Fonte: http://ufpadoispontozero.wordpress.com/
Colaboração: Fragmentos de Belém
Salão Nobre da Intendência municipal. Aí funcionava a Câmara Municipal.
Sala do Júri ( salão de entrada do prédio da Intendência Municipal ).
Secretaria da Intendência Municipal de Santarém
Foto: Indicador Illustrado do Estado do Pará, 1910
Fonte: http://ufpadoispontozero.wordpress.com/
Colaboração: Fragmentos de Belém
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Santarém: "O Castelo", 1910
Recém-construído, abrigava um hotel (nos altos) e um empório comercial (no térreo).
Vista do interior do "O Castelo". O cidadão de calça branca e paletó preto é o historiador Paulo Rodrigues dos Santos, na época empregado da firma.
Outra vista do interior do "O Castelo"
Foto: Indicador Illustrado do Estado do Pará, 1910
Fonte: http://ufpadoispontozero.wordpress.com/
Colaboração: Fragmentos de Belém
Vista do interior do "O Castelo". O cidadão de calça branca e paletó preto é o historiador Paulo Rodrigues dos Santos, na época empregado da firma.
Outra vista do interior do "O Castelo"
Foto: Indicador Illustrado do Estado do Pará, 1910
Fonte: http://ufpadoispontozero.wordpress.com/
Colaboração: Fragmentos de Belém
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Santarém: Curro Velho
Antigo Curro Municipal. Hoje, neste local está localizada a praça Tiradentes.
A geração mais antiga de Santarém deve se lembrar de como era nossa orla em frente à cidade, principalmente no longo trecho do antigo bairro da Aldeia. Alguém pode até recordar desse panorama com saudosismo, e desejar que ainda fosse daquele jeito, mas tudo muda, a fila anda e o progresso chega.
Então se pergunta: “Era melhor naquele tempo de cidade bucólica, ou agora? Com o cais de arrimo construído pelos governos militares e a nova e moderna forma do “Projeto Orla”?
Para refrescar a memória de alguns e informar os mais jovens que não presenciaram isso, lembro que tínhamos boas dádivas da natureza, sim, como a praia da “Vera Paz”, onde se localizava o estaleiro do Sr. Capiberibe e brincávamos de “pira” sobre as grandes “alvarengas” (barcaças de reboque para transporte de cargas).
Elas ficavam ali para reparos. Tinham chapas de aço dos conveses de seus cascos eram tão grossas que esquentavam tanto que queimavam nossos pés (tem a sucata de uma, ao lado do lago Juá), e nessa mesma área ficava a ruína da poética “Caieira”, onde se fabricava cal – talvez tenha sido a primeira indústria de Santarém, onde brinquei muito com meus irmãos dentro dos fornos semi-interrados deste projeto abandonado.
A “Coroa de Areia”, que ficava frontal a hoje Delegacia Fluvial, onde no verão os barcos faziam de ancoradouro e proteção contra os temporais varzeiros e servia também como praia de banho, onde se viam famílias inteiras se banhando, e as crianças com água pelos joelhos na parte interna da enseada, correndo atrás das “piabas doidas” que cortavam a água só com as pontas dos rabos parecendo pequenas voadeiras, o que era a diversão da molecada…
A enseada do Laguinho, onde a família Magalhães cultivava verduras e legumes entre a “Vera Paz” e essa enseada. Esses eram lugares bonitos que dão saudades. Mas próximo a esses paraísos tínhamos também o “Curro Velho”, que ficava onde é hoje a loja Sacolão dos Importados.
Era um lugar deprimente, mas que para nós, naquela época, passava despercebido pela ausência de conhecimentos sociais, ambientais e até mesmo de higiene, pois fui muitas vezes comprar “miúdos de boi” (mistura de vísceras) no próprio curro, e tinha o costume de ir mais cedo só para ficar trepado nos currais, olhando as laçadas dos bois que seriam abatidos logo a seguir. Víamos os procedimentos de sangria, descoura e esquartejamentos dos animais sem proibições nem cerimônias…
Logo à frente desse matadouro municipal, na praia, à beira de um barranco que chamávamos de “covão”, ficava um cemitério a céu aberto de carcaças de bois (ossadas, couros, cabeças com chifres, etc.) que morriam de qualquer coisa e eram jogados inteiros sem critério algum, o que atraía revoadas de urubus sobre essa área e que nas enchentes ficavam submersos disseminando necrochorume das carniças na água onde pessoas se banhavam, pescavam e até coletavam água para uso nas casas de pescadores que ficavam embaixo de grandes mangueiras, onde hoje se encontra construído o Mercadão 2000.
Local inclusive onde eu nasci, em uma dessas humildes casas no ano de 1953. E logo atrás ficava o Campo do Veterano, dos concorridíssimos torneios de bairros…
Quem caminhava pela praia para ir até ao Mercado Municipal ou no Ver-o-Peso, para suas compras diárias, passava por todos esses lugares, que ao lado do “Curro Velho” ficava um casarão bonito dos missionários americanos que existe até hoje. Quando menino ao passar aí, ficava olhando eles abaterem urubus que pousavam em seus coqueiros, com seus rifles de precisão, um pouco a frente tinha a casa do Sr. Zezinho Dentista, onde hoje foi construído um grande e moderno Hotel, na outra esquina a seguir ficava a sortida mercearia do Sr. Palmerita, por onde na época de enchente, passávamos rés a sua cerca sobre frágeis pontes feitas em madeiras.
A área da hoje Praça Tiradentes, era ocupada por estâncias das famílias; Furtado e Coutinho, que vendiam madeiras, telhas e tijolos vindos das ilhas próximo à Belém, transportadas por barcos típicos daquela região da Ilha de Marajó e da Baía de Guajará (canoões abaeté) motorizados, mas que usavam vela também. Em frente à Casa dos Padres do São Raimundo, ficavam grandes lanchas de alumínio utilizadas por eles em suas viagens missionárias para o interior.
Mas pitoresco mesmo, era vermos na praia em frente ao Mercado Municipal reconstruído, (o primeiro mercado ficava na Rua Lameira Bittencourt, ao lado do já também inexistente Castelo do Hotel Mocorongo), a exposição da salga e secagem dos peixes “mapará” e “piramutaba” nos varais enfileirados iguais a bandeirinhas de arraial junino, que eram ensacados e exportados para o Nordeste (na época não existia congelamento).
Via-se também o farto comércio do peixe fresco na beira do rio, alguns ainda vivos, vendedores de verduras e os montes de melancias trazidas das várzeas juntamente com tracajás. Tempos bons que não voltam mais…
Texto: David Marinho
Foto: http://fragmentosdebelem.tumblr.com/
A geração mais antiga de Santarém deve se lembrar de como era nossa orla em frente à cidade, principalmente no longo trecho do antigo bairro da Aldeia. Alguém pode até recordar desse panorama com saudosismo, e desejar que ainda fosse daquele jeito, mas tudo muda, a fila anda e o progresso chega.
Então se pergunta: “Era melhor naquele tempo de cidade bucólica, ou agora? Com o cais de arrimo construído pelos governos militares e a nova e moderna forma do “Projeto Orla”?
Para refrescar a memória de alguns e informar os mais jovens que não presenciaram isso, lembro que tínhamos boas dádivas da natureza, sim, como a praia da “Vera Paz”, onde se localizava o estaleiro do Sr. Capiberibe e brincávamos de “pira” sobre as grandes “alvarengas” (barcaças de reboque para transporte de cargas).
Elas ficavam ali para reparos. Tinham chapas de aço dos conveses de seus cascos eram tão grossas que esquentavam tanto que queimavam nossos pés (tem a sucata de uma, ao lado do lago Juá), e nessa mesma área ficava a ruína da poética “Caieira”, onde se fabricava cal – talvez tenha sido a primeira indústria de Santarém, onde brinquei muito com meus irmãos dentro dos fornos semi-interrados deste projeto abandonado.
A “Coroa de Areia”, que ficava frontal a hoje Delegacia Fluvial, onde no verão os barcos faziam de ancoradouro e proteção contra os temporais varzeiros e servia também como praia de banho, onde se viam famílias inteiras se banhando, e as crianças com água pelos joelhos na parte interna da enseada, correndo atrás das “piabas doidas” que cortavam a água só com as pontas dos rabos parecendo pequenas voadeiras, o que era a diversão da molecada…
A enseada do Laguinho, onde a família Magalhães cultivava verduras e legumes entre a “Vera Paz” e essa enseada. Esses eram lugares bonitos que dão saudades. Mas próximo a esses paraísos tínhamos também o “Curro Velho”, que ficava onde é hoje a loja Sacolão dos Importados.
Era um lugar deprimente, mas que para nós, naquela época, passava despercebido pela ausência de conhecimentos sociais, ambientais e até mesmo de higiene, pois fui muitas vezes comprar “miúdos de boi” (mistura de vísceras) no próprio curro, e tinha o costume de ir mais cedo só para ficar trepado nos currais, olhando as laçadas dos bois que seriam abatidos logo a seguir. Víamos os procedimentos de sangria, descoura e esquartejamentos dos animais sem proibições nem cerimônias…
Logo à frente desse matadouro municipal, na praia, à beira de um barranco que chamávamos de “covão”, ficava um cemitério a céu aberto de carcaças de bois (ossadas, couros, cabeças com chifres, etc.) que morriam de qualquer coisa e eram jogados inteiros sem critério algum, o que atraía revoadas de urubus sobre essa área e que nas enchentes ficavam submersos disseminando necrochorume das carniças na água onde pessoas se banhavam, pescavam e até coletavam água para uso nas casas de pescadores que ficavam embaixo de grandes mangueiras, onde hoje se encontra construído o Mercadão 2000.
Local inclusive onde eu nasci, em uma dessas humildes casas no ano de 1953. E logo atrás ficava o Campo do Veterano, dos concorridíssimos torneios de bairros…
Quem caminhava pela praia para ir até ao Mercado Municipal ou no Ver-o-Peso, para suas compras diárias, passava por todos esses lugares, que ao lado do “Curro Velho” ficava um casarão bonito dos missionários americanos que existe até hoje. Quando menino ao passar aí, ficava olhando eles abaterem urubus que pousavam em seus coqueiros, com seus rifles de precisão, um pouco a frente tinha a casa do Sr. Zezinho Dentista, onde hoje foi construído um grande e moderno Hotel, na outra esquina a seguir ficava a sortida mercearia do Sr. Palmerita, por onde na época de enchente, passávamos rés a sua cerca sobre frágeis pontes feitas em madeiras.
A área da hoje Praça Tiradentes, era ocupada por estâncias das famílias; Furtado e Coutinho, que vendiam madeiras, telhas e tijolos vindos das ilhas próximo à Belém, transportadas por barcos típicos daquela região da Ilha de Marajó e da Baía de Guajará (canoões abaeté) motorizados, mas que usavam vela também. Em frente à Casa dos Padres do São Raimundo, ficavam grandes lanchas de alumínio utilizadas por eles em suas viagens missionárias para o interior.
Mas pitoresco mesmo, era vermos na praia em frente ao Mercado Municipal reconstruído, (o primeiro mercado ficava na Rua Lameira Bittencourt, ao lado do já também inexistente Castelo do Hotel Mocorongo), a exposição da salga e secagem dos peixes “mapará” e “piramutaba” nos varais enfileirados iguais a bandeirinhas de arraial junino, que eram ensacados e exportados para o Nordeste (na época não existia congelamento).
Via-se também o farto comércio do peixe fresco na beira do rio, alguns ainda vivos, vendedores de verduras e os montes de melancias trazidas das várzeas juntamente com tracajás. Tempos bons que não voltam mais…
Texto: David Marinho
Foto: http://fragmentosdebelem.tumblr.com/
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Vista da praia em frente a Santarém, 1899
A imagem é do arquivo pessoal do padre Sidney Canto.
Diz respeito às praias no bairro da Aldeia.
O local seria onde hoje está localizado o ‘Porto’ da Praça Tiradentes.
Em 1899.
Fonte: http://santaremagora.com.br/
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Construção da praça do Centenário, 1948
A Praça do Centenário, em frente à igreja de São Raimundo Nonato, no bairro da Aldeia, em Santarém. Na foto, aparecem operários ocupados na construção da praça, inaugurada no dia 24 de outubro de 1948.
Fonte: http://www.jesocarneiro.com.br/
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Santarém: O antigo Caisinho
O antigo Caisinho, no início da rua 15 de Novembro,
no centro de Santarém (PA). Atracado ao
cais, o velho Santa Maria, do Seu Leonel Neves e que fazia a linha
Santarém-Alenquer. Início da década de 70.
Foto: Alfosno Jimenez.
Foto: Alfosno Jimenez.
domingo, 1 de setembro de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Santarém: Círio de Nossa Senhora da Conceição
Círio de Nossa Senhora da Conceição vindo na Siqueira Campos, em meados dos anos 60. Feira Paulista de Alumínio (atual Bazar São Rafael ). Polícia militar com capacete-jabuti e Frei Vianey Miller ao microfone.
Fonte: Emano Franklin Loureiro
Fonte: Emano Franklin Loureiro
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Santarém: Quem se lembra das Lojas Modelo?
A loja da foto abaixo, ficava na rua Lameira Bittencourt bem em frente ao bar Mascote, 1980.
Foto: Livro Meu Baú Mocorongo de Wilson Fonseca.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Santarém: Casas Pernambucanas
Imagem raríssima das Casas Pernambucanas e Tecidos do Povo.
Em uma época que não existia a avenida Tapajós.
Início da década de 70.
Em uma época que não existia a avenida Tapajós.
Início da década de 70.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
Santarém: Igreja de São Raimundo Nonato, 1971
Principal praça do bairro da Aldeia, construída em 1948, ano do centenário da elevação de Santarém à categoria de cidade.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
Colégio Batista de Santarém
A matrícula inicial foi de 248 alunos e os primeiros professores foram: Damáris Silva, Almerinda Pena, Pastor Sóstenes Pereira de Barros e Onésima Barros. Logo se tornou necessário um internato que por muitos anos obrigou jovens que vinham de longe estudar em Santarém.
A entidade mantedora do IBS é a Convenção Batista do Pará, mas para dinamizar as atividades, foi criada uma Junta Administrativa. De lá pra cá muitas Juntas Administrativas já foram formadas e desenvolveram eficiente trabalho de assessoria real aos diretores da Instituição. Na gestão do Pastor Sóstenes Pereira de Barros o IBS teve um notável surto de progresso. Foi quando o patrimônio se alargou, com a aquisição de terrenos, a vida espiritual da alunada foi carinhosamente tratada, promovendo um crescimento significativo na maneira de buscar a Presença de Deus através de Jesus Cristo. No dia lº de maio de 1984, a convite do Governo do Estado, uma equipe de professores e administradores do Instituto Batista de Santarém organiza e funda o Colégio Álvaro Adolfo da Silveira, o primeiro de Santarém. Sua primeira diretora foi a profª Onésima Pereira de Barros.
Até este ano de 2012, já passaram pela direção da escola 19 diretores sendo eles: de 1948 a 1955 Prof. Onésima Pereira de Barros; 1956 Prof. Zulmira Gonzales; de 1957 a 1965 Prof. e Pr. Sóstenes Pereira de Barros, diretor do Curso Ginasial; de 1957 a 1965 a Profª. Rute Pessoa, diretora do Curso Primário; de 1964 a 1966 a Profª Heloisa Pessoa, diretora do Curso Primário; de 1965 a 1968 a Profª Onésima Pereira de Barros como diretora geral da instituição; de 1967 a 1977 a Profª Léa Piza Moreira, como diretora do Curso Primário; no primeiro semestre de 1969 assume a direção geral da instituição o Prof. Osvaldo Silva e Silva e no segundo semestre de 1969 a Profª Onésima Pereira de Barros e continua como diretora geral até o ano de 1973; de 1974 a 1977 assume a direção da escola o Prof. Ebenezer Silveira Coelho; de 1978 a 1986 assume a direção da escola o Prof. Mauricio Gomes Castanho; de 1987 a 1989 a Profª e Missionária Margarida Lemos Gonçalves; no primeiro semestre do ano de 1990 o Pr. Inabel Araújo e no segundo semestre a Missionária Beth Smith até o ano de 1992 e em maio do mesmo ano a direção da escola para a Prof. Léa Piza Moreira que assume a direção da escola até fevereiro de 1994, quando então passa a direção para o Pr. Washington Lima Correa que conduz a direção da escola até o ano 2000; de pois que a escola passou a ter uma Cooperativa como mantenedora, a Profª Dilma Pantoja Williams assume a direção da escola de 2001 a 2005 e desde 2006 está na direção da escola a Profª Railena Queiroz Correa.
Desde 1948 até 24 de janeiro de 2001, o Colégio teve como entidade mantenedora a Convenção Batista do Pará. A partir daí é mantido por uma Cooperativa de Educação formada por professores e funcionários cooperados do próprio colégio que tem como objetivo formar cidadãos verdadeiros, comprometidos com valores cristãos, capacitando-os a constituírem uma sociedade mais justa e solidária, reconhecendo em tudo a soberania de Deus. Como presidente desta Cooperativa, temos a Profª Dilma Pantoja Williams como sua primeira Presidente.
Hoje, a filosofia do Colégio Batista de Santarém tem por base princípios cristãos, para alcançar o educando de maneira abrangente no ser e no ter, fundamentado no exemplo do Pedagogo por Excelência, "Jesus Cristo", que ensinou, deu exemplo de vida, foi competente e capaz no exercício do viver diário, respeitando, amando e valorizando o outro sem distinção. Tem como visão empreender todos os nossos esforços no seguimento educacional, indo além da expectativa do cliente e como missão formar cidadãos verdadeiros, comprometidos com valores cristãos, capacitando-os a constituírem uma sociedade mais justa e solidária.
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